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ALCANTARA Se encontra situada estrategicamente, ao socaire de sua monumental ponte romano, único em seu gênero, que cruza um profundo canhão furado pelo rio Talho. Umo ponto estratégico, que os romanos fortificaram extraordinariamente. Como conseqüência disso, na margem esquerda do rio, desenvolveu-se a população, que converteu-se numa mas muitas fortalezas existentes ao longo da fronteira portuguesa.
A os numerosos restos megalíticos e castros, à herança de romanos, árabes e cristãs, unem-se as defesas abaluartadas dos séculos XVI e XVII e outras dependências civis e religiosas, que a dotaram de importantes atrativos para o turismo, no meio de uma paisagem natural de grande beleza. |
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GUERRAS COM PORTUGAL E GUERRAS DA INDEPENDENCIA |
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Quase mediado o século XVI o protagonismo da vila decresce, enquanto a ordem Alcantara se circunscribe ao norte e a de Santiago ao sul, de tal maneira que se incia a configuração da nova região, Extremadura, periférica e fronteiriça, cujo influência política perde enormemente o peso que tivesse no passado.O próprio poder da ordem se vê fragmentado e divido produzindo-se frequentes confrontos entre esta, senhores e os mesmos religiosos. Separada Portugal da Coroa Espanhola, território, San Benito e o próprio nodo estratégico são apetecido pelos estrategistas das duas nações. Isto implica a novos confrontos nos que Alcántara se leva a pior parte, pois ao ser região periférica estava escassamente defendida. Em 1703 Felipe V, ocupou a população e declarou a guerra a Portugal e a Grande Aliança. Antes de iniciar-se a Guerra da Independência, os franceses, com o beneplácito de Godoy, entraram em Espanha, para iniciar aparentemente a conquista de Portugal. O Marechal Junot se acomodou no Conventual, convertendo-o em seu quartel geral e levando a cabo importantes espólios e saques, segundo costume da época. Pouco depois os franceses abandonaram a maltrecha população, cujos monumentos e defesas estavam arruinadas. |
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Em Abril de 1809, em plena guerra de Independência os franceses atacam Alcantara, que é tomada, e novamente saqueada, enquanto suas defesas são destruídas pelo general francês Lapiche, que rapidamente teve de abandoná-la, ante a pressão do próximo exercito espanhol.Com o século XIX a desamortización de Mendizábal, sumiu a comarca na depressão e o subdesenvolvimento, em benefício de nobres e terratenientes que acederam a enormes e ricas propriedades, enquanto as fins econômicos que motivaram estes fatos não se cumpriram e as conseqüências foram relegar o território e suas gentes durante séculos ao atraso e ostracismo. |
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BADAJOZ |